Fotos: Radar Litoral

Navio petroleiro continua encalhado em banco de areia no Canal de São Sebastião



Postado em: 15/02/2016


O navio petroleiro "Recife Knutsen", que encalhou no meio do Canal de São Sebastião no final da tarde desta segunda-feira (15), durante as fortes chuvas e ventos que atingiram a região, continua no mesmo local. A previsão é que a embarcação seja retirada ao longo desta terça-feira Pelo menos quatro rebocadores tentaram retirar a embarcação no início da noite de ontem. O navio ficou bem na rota da travessia de balsa São Sebastião-Ilhabela.

Os próprios funcionários das balsas comunicaram os usuários do serviço que a travessia seria um pouco mais demorada, pois haveria a necessidade de desviar de petroleiro “Recife Knutsen”.

O portal RADAR LITORAL entrou em contato com a Delegacia da Capitania dos Portos em São Sebastião e a Transpetro. 

Em nota, a Transpetro informou que "nesta segunda-feira (15/2), por volta das 19h, devido ao mau tempo no Litoral Norte de São Paulo, o navio Recife Knutsen, afretado pela Transpetro, cancelou a manobra de atracação no Terminal de São Sebastião, por medidas de segurança. A embarcação seguia para o fundeadouro, com prático a bordo, quando, devido ao mau tempo, foi direcionada para um banco de areia no Canal de São Sebastião. A Transpetro está prestando todo o apoio e suporte necessários para retirar o navio do local. Não há riscos para o meio ambiente e pessoas. Todos os tripulantes estão a bordo, com segurança. A autoridade marítima foi comunicada".

O delegado da Capitania, capitão de fragata Luís Antônio Anídio Moreira, disse ao RADAR LITORAL que foi informado sobre a ocorrência pela praticagem às 18h50. Imediatamente, o comandante esteve a bordo e foi constatado que não há problemas na estrutura do navio e todos estão em perfeita segurança.

"Determinamos que seja feito um plano de desencalhe com toda serenidade e cuidado que o caso requer. As ações serão definidas em conjunto entre a Marinha, Transpetro, classificadora e armador do navio", afirmou o delegado. Ele acrescentou que, possivelmente, o mau tempo colaborou para o encalhe, "mas só saberemos as causas e as responsabilidades após a conclusão do inquérito da Marinha".

Obs: Atualizada às 9h00 de 16/02/2016



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